Cidades Do DF

Águas Claras
História

Com dezenove anos de existência e apenas oito de emancipação os limites da Poligonal que definem a RA – XX ainda não foram publicados oficialmente.Em virtude disto, a Administração Regional está abrangendo os bairros residenciais de Arniqueira, Areal, Vereda da Cruz, Vereda Grande e ADE – Área de Desenvolvimento Econômico, além da área central planejada da cidade.
A área vertical da região continua sendo um grande canteiro de obras, contando com 590 edifícios já construídos, 201 em construção e 289 lotes livres, totalizando aproximadamente 1.068 lotes, constantes do projeto original da cidade (Gerência de Planejamento da Administração Regional de Águas Claras, fevereiro de 2012).
Fonte: http://www.aguasclaras.df.gov.br

Brasília
História

Em 1823, José Bonifácio de Andrade e Silva, o Patriarca da Independência, propôs a criação de uma nova capital no interior do Brasil (sugerindo o nome Brasília), longe dos portos para garantir a segurança do país.
A vocação mística de Brasília se inicia quando é incorporada à sua história o sonho de Dom Bosco. O Santo Italiano sonhou com uma depressão bastante larga e comprida, partindo de um ponto onde se formava um grande lago, entre os paralelos 15º e 20º, e que repetidamente uma voz lhe dizia que “…quando vierem escavar as minas ocultas, no meio destas montanhas, surgirá aqui a terra prometida, vertendo leite e mel. Será uma riqueza inconcebível…”
No ano de 1892, foi nomeada a Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil, liderada pelo astrônomo Luiz Cruls e integrada por médicos, geólogos e botânicos, que fizeram um levantamento sobre topografia, o clima, a geologia, a flora, a fauna e os recursos materiais da região do Planalto Central. A área ficou conhecida como Quadrilátero Cruls e foi apresentada em 1894 ao Governo Republicano.
Somente em 1955 foi delimitada uma área de 50 mil quilômetro quadrados – onde localiza-se o atual Distrito Federal. A construção da nova capital teve início em abril de 1956, no comando do então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, com a criação da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e o projeto de lei 2.874, o governo lançou o edital do Concurso Público para a construção do Plano Piloto. Lúcio Costa foi o vencedor do projeto urbanístico (que partiu do traçado de dois eixos cruzando em ângulo reto como o sinal da cruz. Um destes eixos leva às áreas residenciais, sendo levemente inclinado, dando à cruz a forma de um avião; o outro denominado Monumental, com 16 Km de extensão, abriga os prédios públicos e os palácios do Governo Federal no lado leste; no centro a rodoviária e a torre de TV e no lado oeste os prédios do Governo do Distrito Federal) e Oscar Niemeyer o autor dos principais projetos arquitetônicos da cidade.
No dia 21 de abril de 1960, a estrutura básica da cidade está edificada e Brasília então é inaugurada. Os candangos (nome dado aos primeiros habitantes da nova cidade) comemoram ao lado de Oscar Niemeyer, Israel Pinheiro, Lúcio Costa e Juscelino Kubitschek, os principais responsáveis pela construção de Brasília.
Brasília é formada pela Asa Norte, Asa Sul, Setor Militar Urbano, Setor de Garagens e Oficinas, Setor de Indústrias Gráficas, Área de Camping, Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Setor de Embaixadas Sul e Norte, Vila Planalto, Granja do Torto, Vila Telebrasília, Setor de áreas Isoladas Norte e sedia os três poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Fonte: http://www.brasilia.df.gov.br/

Brazlândia
História

Brazlândia criada em 05 de junho de 1933 é uma terra repleta de encantos e atrativos, com percentual da área em relação ao Distrito Federal de 8,32%, possui atualmente 54 mil habitantes na área urbana e cerca de 30 mil na área rural, e possui uma área total de 474,83k². A cidade é polo de festas tradicionais como a do Divino, Morango, Carnaval e a Via Sacra.
Aqui tem turismo rural e religioso, artesanato, jeitinho de interior, ritmo de cidade pacata e verde por todos os lados. Tem também água de sobra, a exemplo do lago Espelho D’Água, sem falar na barragem do Rio Descoberto, que fornece mais de 60% de água para o Distrito Federal. Não bastasse isso, é um dos cinturões agrícolas regionais, produtor de morango, goiaba, leite e hortifrutigranjeiros.
Brazlândia em números se dá da seguinte forma: 30 escolas da rede pública; 6 escolas particulares, um hospital regional e 03 centros de saúde; uma delegacia de Policia Civil, um Batalhão de Polícia Militar, uma Companhia Regional de Incêndio do Corpo de Bombeiros; 9 linhas para Plano Piloto, Taguatinga e Ceilândia e 4 linhas para a zona rural; a agricultura constitui-se de 2.638 hectares de produção de hortaliças, 417 hectares de produção de frutas e 14 hectares de produção de grãos.
A cidade de Brazlândia conta com cerca de 2 mil empresas de pequeno, médio e grande porte nos mais diversos setores e uma prestação de serviços em diferentes áreas.
Assim é Brazlândia hoje, urna cidade de tradições, vida tranquila e aprazível. A Praça do Lago é o seu principal logradouro público. Tem, também, a Praça da Administração e três outras praças para uso dos moradores das quadras próximas. Tem um lago urbano e um balneário com o nome de Veredinha, numa reverência ao ribeirão que forma o mesmo.
A cidade e dividida em cinco setores: Setor Tradicional, Setor Sul, Setor Norte, Vila São José e Setor Veredas.
A vida é saudável e bucólica, numa cidade que é cercada por centenas de propriedades rurais, agrícolas e pecuárias. E possui uma vasta opção ao turismo rural, religioso e de aventura. Distância de 50 quilômetros do Plano Piloto. Sua população tem as características da gente interiorana: ordeira, trabalhadora e hospitaleira.
Pegue o rumo e siga os caminhos deste verdadeiro paraíso verde encravado no Distrito Federal. Brazlândia o lado verde do Distrito Federal.
Fonte: http://www.brazlandia.df.gov.br

Candangolândia
História

A origem da cidade se confunde com início da epopéia da construção da nova capital brasileira, uma vez que a Candangolândia abrigava os pioneiros que trabalharam na construção da cidade. O primeiro acampamento foi construído em 1956 pela Novacap, criado pelo presidente Juscelino Kubitschek, abrigando a sede da empresa, um caixa forte para fazer o pagamento dos salários dos operários, um posto de saúde, um hospital, um posto policial, dois restaurantes – o da Novacap e o dos Serviços de Alimentação Popular, SAPs, uma escola para os filhos dos pioneiros, além das residências para as equipes técnicas e administrativas da Novacap. Havia também um outro acampamento que abrigava cerca de 1.200 funcionários, que ficaram conhecidos como candangos, por trabalharem na construção de Brasília.
O termo candango surgiu com os africanos trazidos ao Brasil como escravos e servia para designar os portugueses que os maltratavam. Com o tempo, o significado mudou, passando a ser usado para nomear os trabalhadores que vinham de outras regiões, caso da construção de Brasília, que trouxe operários de outros lugares, principalmente de Estados do Nordeste.
Em 1989, a Candangolândia tornou-se uma cidade. Em 27 de janeiro de 1994, por meio da Lei n° 658, recebeu a denominação de Região Administrativa XIX, fixando-se o dia 3 de novembro como data oficial de sua fundação.
Fonte: http://www.candangolandia.df.gov.br

Ceilândia
História

Em 1969, com apenas nove anos de fundação, Brasília já tinha 79.128 favelados, que moravam em 14. 607 barracos, para uma população de 500 mil habitantes em todo o Distrito Federal. Naquele ano, foi realizado em Brasília um seminário sobre problemas sociais no Distrito Federal. O favelamento foi o mais gritante. Reconhecendo a gravidade do problema e suas conseqüências, o governador Hélio Prates da Silveira (gaúcho de Passo Fundo) solicitou a erradicação das favelas à Secretaria de Serviços Sociais, comandada pelo potiguar Otamar Lopes Cardoso. No mesmo ano, foi criado um grupo de trabalho que mais tarde se transformou em Comissão de Erradicação de Favelas.

Foi criada, então, a Campanha de Erradicação das Invasões – CEI, presidida pela primeira-dama, dona Vera de Almeida Silveira. Em 1971, já estavam demarcados 17.619 lotes, de 10×25 metros, numa área de 20 quilômetros quadrados – depois ampliada para 231,96 quilômetros quadrados, pelo Decreto n.º 2.842, de 10 de agosto de 1988, ao norte de Taguatinga nas antigas terras da Fazenda Guariroba, de Luziânia – GO, para a transferência dos moradores das invasões do IAPI; das Vilas Tenório, Esperança, Bernardo Sayão e Colombo; dos morros do Querosene e do Urubu; e Curral das Éguas e Placa das Mercedes, invasões com mais de 15 mil barracos e mais de 80 mil moradores. A Novacap fez a demarcação em 97 dias, com início em 15 de outubro de 1970.

Em 27 de março de 1971, o governador Hélio Prates lançava a pedra fundamental da nova cidade, no local onde está a Caixa D’água. Às 09 horas daquele Sábado, tinha início também o processo de assentamento das vinte primeiras famílias da invasão do IAPI. O Secretário Otomar Lopes Cardoso deu à nova localidade o nome de Ceilândia, inspirado na sigla CEI e na palavra de origem norte-americana “landia”, que significa cidade (o sufixo inglês estava na moda). Foi oficiado, na chegada das famílias ao assentamento, um culto ecumênico em ação de graças. A primeira família assentada na QNM23, Conjunto “P”, lote 12, Ceilândia Sul – é a da Sr.ª Edite Martins, mãe de três filhos menores e que recebia de salário 170 cruzeiros, atualmente morando na QNM 23 Conjunto “A” casa 20.

A primeira vez que um ônibus fez a linha Ceilândia-Plano Piloto foi em 28 de março de 1971, um dia após a chegada da primeira família. Era um coletivo da TCB e a passagem custou 60 centavos. Em 02 de abril de 1971, nasceu de parto normal o primeiro ceilandense, Clébio Danton Melo Pontes, filho de Maria Eliete de Melo Pontes e Manuel da Ponte. Clébio se chamaria Ceilândio, mas graças a interferência do assistente social, Reinaldo Pitanga, o pai do menino mudou de idéia.

A primeira coleta de lixo foi feita pelos garis Sebastião José Lourenço, Armando Campos Sobral e Antônio da Silva Sobrinho, em 31 de março, sob a coordenação do Serviço de Limpeza Urbana, baseado em Taguatinga, e tendo como veículo de transporte o caminhão de placa 547, conduzido pôr Amadeu Pereira da Silva.

Em nove meses, a transferência das famílias estava concluída, com as ruas abertas em torno do projeto urbanístico de autoria do arquiteto Ney Gabriel de Souza – dois eixos cruzados em ângulo de 90 graus, formando a figura de um barril. Nos primeiros tempos foi um drama. A população carecia de água, de iluminação pública, de transporte coletivo, e lutava contra a poeira, a lama e as enxurradas.

Em 1972, entra em cena uma jovem formanda em Serviço Social pela Universidade de Brasília, Maria de Lourdes Abadia Bastos, convidada para trabalhar com a assistente social Julimar Mata Machado. Maria de Lourdes Abadia começou então a trabalhar no Centro de Desenvolvimento Social – CDS, responsável pela integração social dos moradores do novo núcleo habitacional. Logo foi convidada pelo Governador Hélio Prates para assumir a Administração de Ceilândia. Abadia continuou na Administração, nos Governos seguintes – o engenheiro Elmo Serejo, Aimé Lamison, o José Ornelas e José Aparecido – tendo sido, portanto, a responsável pelas bases da Ceilândia moderna.

Em 27 de junho de 1975, o Decreto n.º 2.842 definia a área dos setores M e N de Taguatinga, Dois dias depois, o Decreto n.º 2.943 criava a Administração de Ceilândia, vinculada a Administração Regional de Taguatinga. Em 25 de outubro de 1989, a Lei 11.921 criava a nova Região Administrativa do Distrito Federal, que virava, assim, a nova cidade-satélite de Ceilândia. O aniversário de Ceilândia é comemorado no dia 27 de março, por força do Decreto n.º 10.348, de 28 de abril de 1987.

Fonte: http://www.ceilandia.df.gov.br/

Cruzeiro
História

A Região Administrativa do Cruzeiro encontra-se dentro da Poligonal de tombamento do Plano Piloto. Desde 1992 a RA-XI é considerada Patrimônio Histórico e Artístico da Humanidade, conforme prevê o Decreto-Lei nº 25 de 30/11/37, e a Portaria nº 314 de 08/10/92, do atual Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, do Ministério da Cultura.

Fonte: http://www.cruzeiro.df.gov.br

Estrutural
História

Está localizada às margens da DF-095 e começou a receber a popu­lação carente que habita a região desde a década de 60, após a inauguração de Brasília. Naquela época surgiram os primeiros catadores de papel, que construíram barracos e passaram a trabalhar no lixão que havia sido criado no local.

A Administração Regional do Setor Complementar de Indústria e Abastecimento foi criada em 2004 (Lei nº3.315), quando a Cidade Estrutural e a Cidade do Automóvel passaram a ser a vigésima quinta região administrativa do Distrito Federal, RAXXV.

Em 24 de janeiro de 2006, a Lei Complementar nº715 criou a Zona Especial de Interesse Social – ZEIS, denominada como Vila Estrutural. Com a sua publicação fica determinado que devem ser removidas as construções localizadas em área considerada de risco ambiental.

Fonte: http://www.scia.df.gov.br

Fercal

História

A Fercal tem uma realidade bem diferente das demais Regiões Administrativas do Distrito Federal, principalmente pela sua proximidade familiarizada entre os seus habitantes, comunidade escolar, empreendedores regionais, que sempre estão empenhados em resgatar e preservar a diversidade cultural local, tais como: alguns empresários que acreditam na evolução da Região com seus investimentos e aprimoramento de suas empresas, uma Rádio Comunitária, a 98.1 FM, regularizada, que presta um serviço e utilidade pública aos diversos segmentos de toda Grande Fercal.

Constam no calendário de eventos da Cidade a Folia de Reis, Folia do Divino, os Arraiás, Grupos de Rezadeiras, Grupos de Catiras, Grupos de Cavalgadas, a tradicional Festa da Pamonha, a Feira de Empreendedores e de Produtores Rurais, aos domingos, a Feira Cultural (sexta feira – quinzenal), o Campeonato Anual de Futebol Amador e Mini copas e o já tradicional Aniversário da Fercal que se comemora no mês de setembro.

A Fercal tem 56 anos, completados no dia 11 de setembro de 2012, nasceu antes de Brasília. Os recursos naturais para a construção da Capital foram extraídos daqui. Atualmente, é a região maior geradora de impostos de todo o Distrito Federal, oriundo das grandes empresas produtoras de cimento, usinas de asfalto e derivados, instaladas em nossa região, que também dão preferência à mão-de-obra dos moradores das comunidades da Grande Fercal, contribuindo para a diminuição do desemprego na Região. Desta forma, é a 1ª Cidade Operária do Distrito Federal, considerando a sua existência em função das grandes e pequenas empresas instaladas.

Fonte: http://www.fercal.df.gov.br

Gama
História

Com a transferência da Capital da República para o Planalto Central, tanto o ribeirão como as áreas que pertenciam à fazenda Gama ficaram dentro da área escolhida para sediar a nova capital do Brasil.

Conforme o Censo Experimental de Brasília de 1959, residiam na futura área do Gama cerca de 1.000 pessoas, assim distribuídas: nos arredores da Fazenda Gama, 587; na Fazenda Ponte Alta, 259; e na Fazenda Ipê, 108 habitantes. Foram assentados, no local da futura cidade, 30 famílias retiradas da barragem do Lago Paranoá, devido à finalização da obra da barragem. Assim nascia o Gama.

Segundo os registros da Freguesia de Santa Luzia, hoje Luziânia, que ainda se encontram no departamento de Terras e Colonização de Goiânia, a Região Administrativa do Gama está localizada em terras que pertenceram às fazendas do Ipê, Alagado, Ponte Alta e Gama, tendo esta última dado origem ao nome da cidade. Embora não se tenha conhecimento exato da origem da palavra “Gama”, com que se intitulava a fazenda que emprestou seu nome à cidade, uma coisa é certa; ela partiu do Platô do Gama, onde estão localizadas as cabeceiras do ribeirão do mesmo nome.

Na época, o Padre Luiz da Gama Mendonça levava sempre seus ofícios às massas nas mais distantes localidades e era normalmente venerado, nada mais justo seria se supor que, em homenagem ao Padre, fosse dado ao Platô e ao Ribeirão o nome Gama, uma vez que, nenhuma outra família existiu por estas bandas com nome ou prenome GAMA.
A RA II foi criada através da Lei n.º 49/89 e do Decreto n.º 11.921/89, que fixa os novos limites das Regiões Administrativas do Distrito Federal. Até 1989 a RA II englobava o Núcleo Urbano de Santa Maria, transformada em 1992 na RA XIII, por meio da Lei nº 348/92 e o Decreto nº 14.604/93, e as terras do então Recanto das Emas que se transformou na RA XV em 27 de julho de 1993 pela Lei nº 510/93 e o Decreto nº 15.046/93.

A Região Administrativa do Gama é formada por área urbana e rural. A área urbana está dividida em 6 (seis) setores: Norte, Sul, Leste, Oeste, Central e de Indústria. O projeto da cidade lembra o formato de uma colméia. As quadras possuem formato hexagonal e, internamente um, formato triângular, com uma média de 96 a 100 lotes. Em cada triângulo, há um setor comercial.

A área rural é formada pelo Núcleo Rural Monjolo, pela Colônia Agrícola Ponte Alta, Córrego Crispim, Núcleo Rural Ponte Alta de Baixo , Ponte Alta Norte e Alagado. A Região Administrativa tem como Santo Padroeiro São Sebastião, com data de Culto Público em 20 de janeiro, sendo ponto facultativo na Região Administrativa, conforme Lei n.º 2.908, de 05/02/2002.

Fonte: http://www.gama.df.gov.br

Guará
História

A cidade do Guará foi criada em maio de 1967 para abrigar funcionários públicos do GDF. Recebeu posteriormente trabalhadores que residiam em núcleos habitacionais provisórios.

O Guará é hoje uma cidade consolidada, composta por uma classe média esclarecida, alto nível de escolaridade e poder aquisitivo elevado, o que garante aos moradores uma boa qualidade de vida.

Pesquisas da Codeplan revelam que o Guará tem a sexta maior renda per capita entre as regiões administrativas do Distrito Federal.

Nos últimos 40 anos a cidade mudou muito, mas continua com o perfil bucólico e tranquilo. A maioria das casas originais construídas pela SHIS (Sociedade Habitacional de Interesse Social) nas décadas de 60 e 70, deu lugar a casas com arquitetura diferenciada, sobrados e condomínios de bom nível, evidenciando o crescimento socioeconômico de sua população.

Alterações recentes no Plano Diretor da cidade permitiram também a construção de prédios de apartamentos de luxo de até 20 andares e de novas quadras residenciais em áreas limítrofes à Candangolândia e ao Núcleo Bandeirante.

Fonte: http://www.guara.df.gov.br.

Itapoã
História

Itapoã é a região administrativa XXVIII do Distrito Federal, que dista cerca de 30 km de Brasília e possui aproximadamente 46 mil habitantes.

A ocupação da área, anteriormente pertencente à Região Administrativa V, Sobradinho, mas mais próxima da cidade do Paranoá, começou como uma invasão irregular. Sem medidas por parte do Governo do Distrito Federal (GDF), a invasão cresceu, e aumentaram os índices de violência e pobreza na região. Para reverter este quadro e legalmente poder atender à população, em 03 de janeiro de 2005, o GDF criou a RA XXVIII de Itapoã.

Atualmente, na região contem: só um posto de saúde e três escolas. tem coleta de esgoto e áreas de lazer(abastecimento de água e eletricidade, segundo a Administração da RA, estão 100% completos). A pista que margeia o Itapoã foi duplicada, diminuindo a índice de atropelamentos. A rua em frente ao comércio também foi asfaltada.

Apesar de transformada em RA, a invasão do Itapoã não está mais em situação irregular, o que beneficia a vinda de alguns benefícios.

Em outras palavras, Itapoã tornou-se RA, mas não é mais uma invasão. A região é caracterizada pelos altos índices de violência, mas agora tem pouca lama e não tem cheiro no tempo quente, Itapoã agora diminuiu bastante a poeira no tempo seco.

Fonte: http://www.itapoa.df.gov.br

Jadrim Botânico
História

O Jardim Botânico é uma Região Administrativa (RA XXVIII) do Distrito Federal.

A região é composta basicamente por condomínios fechados, sendo oficialmente 23 condomínios. A área antigamente pertencia às fazendas Taboquinha e Papuda, embora haja controvérsias quanto à correta delimitação de cada uma.

O Jardim Botânico surgiu inicialmente em 1999 como Setor Habitacional Jardim Botânico, criado pelo Decreto 20.881, em áreas então pertencentes a São Sebastião.

A criação da região administrativa se deu em 31 de agosto de 2004, pela Lei 3.435.

O nome Jardim Botânico, é derivado do Jardim Botânico de Brasília, área de preservação ambiental que se localiza na região administrativa do Lago Sul, em área vizinha à região administrativa do Jardim Botânico.

Fonte: http://www.admjardimbotanico.df.gov.br

Lago Norte
História

O Lago Norte é a região administrativa nº XVIII do Distrito Federal, que abriga hoje quase 33 mil habitantes. Seu nome original era Península Norte, mas como já existia o Lago Sul, surgiu então um nome equivalente, assim como Asa Sul/Norte. A região é banhada pelo Lago Paranoá, represa artificial criada para amenizar o clima seco do DF.

O bairro é dividido em quadras do lago (QL) e quadras internas (QI). A região compreende ainda um setor de mansões, onde está localizada a Casa da Dinda (residência oficial de um ex-presidente da república), os Núcleos Rurais, o Taquari e o Centro de Atividades.

Com uma renda per capita relativamente elevada, o bairro é composto predominantemente por moradores de classe média alta.

O Centro de Atividades, que fica na entrada da cidade, está a principal área de comércio e concentra dois Shoppings Centers: o Shopping Iguatemi e o Shopping Deck Norte.

O Lago Norte é um bairro bem assistido em termos de infraestrutura e de segurança pública: tem uma Delegacia Policial na QI 05 – 9ª Delegacia de Polícia e dois postos da Polícia militar no canteiro central da DF 009: um entre as QI’s 01 e 02 e outro entre as QI’s 09 e 10.

Fonte: http://www.lagonorte.df.gov.br

Lago Sul
História

A Região Administrativa do Lago Sul foi criada pela Lei nº 643, de 10 de janeiro 1994, tendo sido seus limites físico-administrativos fixados pelo decreto 15.515, de 17 de março de 1994. Ocupa uma área de 190,237 km², sendo que 57,07 km² corresponde à malha urbana. Possui densidade demográfica de 147,76 hab/Km², com potencial natural para obter e manter o mais alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do planeta.

A denominação Lago Sul originou-se da própria posição geográfica da área – margem Sul do Lago Paranoá. Foi desmembrada da RA I – Brasília, continuando sujeita às diretrizes urbanísticas estabelecidas para Brasília, bem como normas e legislação, respeitando os limites dos setores censitários e conservando a série histórica dos dados estatísticos.

O Lago Sul, por sua concepção urbanística original, procura seguir as recomendações do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, relacionadas à elegância despojada nas edificações feitas nos moldes das escalas volumétricas das edificações do Plano Piloto.

O Lago Sul também é zona de influência da área tombada do Distrito Federal, e a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) recomenda cuidar do entorno do Sítio Histórico como fazendo parte da área a ser preservada, sem abrir mão da paisagem que envolve o Bem Patrimonial Tombado.

Fonte: http://www.lagosul.df.gov.br .

Núcleo Bandeirante
História

O Núcleo Bandeirante é uma das localidades mais tradicionais do Distrito Federal. A área onde hoje se localizam o Núcleo Bandeirante, a Candangolândia (Velhacap) e o Museu Vivo da Memória Candanga (ex-Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira ou Hospital do IAPI) constituiu um dos principais núcleos anteriores à inauguração de Brasília. “Esta área formava um conjunto em que cada local cumpria uma função dentro do contexto da construção da nova capital federal.

A Velhacap, posteriormente denominada Candangolândia, tinha função administrativa; o Núcleo Bandeirante, função comercial e o HJKO, função hospitalar. Definindo-se o papel que cada núcleo desempenhou nesse contexto, a velha discussão sobre onde nasceu Brasília dismistifica-se. As duas localidades surgem ao mesmo tempo e possuem a mesma importância histórica.

Como parte das obras de infra-estrutura necessárias à construção de Brasília, foram abertas pela Novacap, no final de 1956, as principais avenidas do Núcleo Bandeirante, mais tarde conhecido como Cidade Livre. O local em que foi implantada a cidade, fora do perímetro do Plano Piloto, pertencia às fazendas goianas Bananal, Vicente Pires e Gama.

O loteamento estava destinado a ter uso exclusivamente comercial e por esse motivo não eram fornecidos alvarás para residências. Sua existência estaria limitada ao período da construção de Brasília (1956-1960). Os lotes foram cedidos em sistema de comodato, isto é, a escritura não era definitiva e deveriam ser devolvidos à Novacap no final de 1959. Para incentivar a vinda de comerciantes para a região a localidade também estava livre do pagamento de impostos. Daí a origem do nome Cidade Livre.

Fonte: http://www.bandeirante.df.gov.br/

Paranoá
História

Em janeiro de 1957, com a chegada dos primeiros trabalhadores para construção de Brasília e mais especificamente para as obras da Barragem do Paranoá, foi criada a Vila Paranoá.

Após a inauguração de Brasília, em 1960, os pioneiros permaneceram no local, devido à necessidade de conclusão das obras da usina hidrelétrica. Naquela época, o acampamento de operários já abrigava cerca de 3 mil moradores, em 800 barracos assentados na ombreira norte da Barragem.

A Região Administrativa do Paranoá foi criada em 10 de dezembro de 1964, através da Lei 4.545, porém, somente em 25 de outubro de 1989, o Decreto nº 11.921 fixou os novos limites da Região Administrativa (RA-VII). Nesse mesmo ano, iniciou-se a transferência e o assentamento definitivo do Paranoá.

Com o objetivo de preservar o espaço do antigo acampamento da Vila, o local tornou-se área de preservação ambiental, hoje o Parque Urbano Vivencial. Do Paranoá Velho, ficaram algumas estruturas públicas, dentre elas a caixa d’água e a escadaria da Igreja São Geraldo, construída em 1957 – a segunda igreja mais antiga do Distrito Federal – tombada pela Diretoria de Patrimônio Histórico e Artístico do Distrito Federal (DePHA), em 27 de outubro de 1993, e demolida em 2005 por problemas estruturais.

Fonte: http://www.paranoa.df.gov.br/

Park Way
História

Criado em 13 de março de 1961, o Setor de Mansões Park Way (SMPW), ou apenas Park Way, como é popularmente chamado pelos moradores, é um bairro do Distrito Federal destinado exclusivamente para fins residenciais, característica mantida até hoje.

A região foi incluída no plano urbanístico de Brasília em uma das últimas alterações, entre 1957 e 1958. Até o ano de 2003, pertencia à região administrativa do Núcleo Bandeirante, região criada inicialmente com a intenção de entreter e oferecer alguns tipos de comércio aos primeiros moradores da futura capital federal, Brasília.

O Park Way acabou se tornando uma das áreas mais valorizadas do DF. Há aproximadamente 30 anos, os terrenos eram trocados por apartamentos inferiores no Plano Piloto, porque se tratavam de lotes distante da cidade e, na época, não havia grandes expectativas de valorização na região. Com aproximadamente 22 mil moradores, entendeu-se a necessidade de instituir uma unidade administrativa com autonomia própria, baseada na Lei 3.255, de 29 de dezembro de 2003.

Nos dias atuais, a região está dividida em quadras enumeradas, que variam de 1 a 29, todas elas compostas de condomínios fechados, mansões e casas, sistema esse respaldado pelos decretos 14.932/93 e 18.910/97.

Planaltina

História

A data oficial da fundação de Planaltina é 19 de agosto de 1859, mas há relatos de alguns historiadores que a cidade possua mais de 200 anos. Sua área é de 1.534,69 km e sua população atual é de 230.000 habitantes.

Planaltina é uma cidade de grande riqueza cultural e histórica prova é o Museu Histórico e Artístico da cidade que guarda vivos os registros de uma população que com muito trabalho ajudaram a construir a capital do Pais.

Assim como as outras cidades do DF, Planaltina sofreu grandes alterações e expansão demográfica desde sua criação original. Hoje não é mais apenas uma cidade dormitório e vive de suas riquezas, como as geradas pelos comércios aqui instalados e da exploração da sua rica agricultura e pecuária.

Planaltina goza de grande beleza natural com seus parques, rios e cachoeiras, sem falar que é um dos mais importantes berço cultural. Temos o Vale do Amanhecer, maior comunidade exotérica do país, maior teatro a céu aberto do mundo com a encenação da paixão de Cristo no Morro da Capelinha, Festa do Divino Espírito Santo e Folia de Reis. A agricultura de nossa região abastece grande parte do DF e ainda exportamos para vários outros Estados e Países.

Fonte: http://www.planaltina.df.gov.br/

Recando das Emas

História

A Região Administrativa do Recanto das Emas foi criada em 28 de julho de 1993, por meio da lei 510/93, com o objetivo de atender ao Programa de Assentamento do Governo do Distrito Federal. Os antigos moradores desta região relatam que quando foram divididos os loteamentos, esta era uma reunião de chácaras, onde se destacava uma espécie de arbusto chamado canela-de-ema.

Existia também no local um sítio chamado Recanto, onde vivia grande quantidade de emas, espécie própria do cerrado. Desta forma originou-se o nome Recanto das Emas. A área prevista para dar origem à nova cidade localizava-se entre o Gama e Samambaia e era ocupada por chácaras que pertenciam à Fundação Zoobotânica que foram desapropriadas para distribuição dos primeiros lotes.

A época foram distribuídos 15.619 lotes para inquilinos de varias regiões administrativas, numa previsão de 86 mil habitantes. Hoje o Recanto deixou de ser um simples assentamento e vem se transformando numa das cidades que mais crescem no Distrito Federal. Sua população já ultrapassa os 160 mil habitantes.

O comércio local desenvolve-se rapidamente gerando empregos e renda para os Recantenses, sendo, segundo o Dieese, a cidade do DF que mais ofereceu vagas de emprego no ano de 2007. Com uma área territorial de 101,48 Km2, o Recanto das Emas fica a 25,8 km do Plano Piloto e limita-se ao norte com Samambaia, ao sul com o Gama, a leste com Riacho Fundo II e a Oeste com município de Santo Antonio do Descoberto – Goiás.

Fonte: http://www.recanto.df.gov.br

Riacho Fundo

História

O Riacho Fundo originou-se da Granja do mesmo nome, localizada às margens do ribeirão Riacho Fundo, criada logo após a inauguração de Brasília, onde havia uma vila residencial para os funcionários. Para acabar com as favelas na periferia das cidades e núcleos urbanos, o Governo criou o programa de assentamento e, como parte desse programa, loteou a Granja Riacho Fundo em 13 de março de 1990 (data do aniversário da cidade), transferindo para lá moradores da Invasão do Bairro Telebrasília e outras localidades do Distrito Federal. O assentamento transformou-se na RA XVII pela Lei nº 620/93 e o Decreto nº 15.514/94.

A Granja também sediou, por longa data, a Residência Oficial dos Governos Militares, criada logo após a inauguração de Brasília e, mais tarde, transformada em Instituto de Saúde Mental. Hoje o local é considerado uma área de preservação ambiental (APA) devido a sua grande contribuição ecológica, por nele situarem-se nascentes de diversos córregos – incluindo o próprio Córrego Riacho Fundo, que inspirou o nome da cidade – e, sobretudo, pela diversidade da fauna e da flora nativos da região, ainda preservados.
Em fevereiro de 1994 foi criado o parcelamento do Riacho Fundo II, como parte integrante do Riacho Fundo I, que no ano de 2003 passou a ser uma nova Região Administrativa.

A área rural é composta pela Colônia Agrícola, pelo Combinado Agrourbano – CAUB I e por áreas isoladas. Na área rural está localizada a Fundação Cidade da Paz, além da sede da Universidade Holística Internacional e o setor de Pesquisa de Produção de Sementes da Empresa Brasileira de Pesquisa – EMBRAPA.

Fonte: http://www.riachofundo.df.gov.br

Riacho Fundo II

História

A história do Riacho II teve início com a ocupação de pessoas que ficaram acampadas à beira da pista, próximo ao balão do Recanto das Emas, em busca do direito a moradia própria, em 1995. A total independência já tem sete anos e muitas transformações foram realizadas: pavimentação asfáltica, inauguração de Posto de Saúde, arborização e plantio de grama na cidade, execução de quebra-molas, iluminação pública em todo o Riacho Fundo II, inclusive a colocação de postes de concreto e lâmpadas de vapor de sódio nas praças e no CAUB II, A iluminação também chegou até a área rural da cidade. O Riacho Fundo II tem 100% de suas ruas asfaltadas. Tudo isso em sete anos de independência é motivo de comemoração.
Quem diria que aquele imenso vazio no cerrado transformaria-se em uma linda cidade. São doze anos de existência e muita luta. As lideranças, associações, prefeituras comunitárias, juntas com a Administração Regional, continuam engajados na luta para o bem social. Quem mora no Riacho Fundo II confirma como a cidade está hoje e o quanto ela se desenvolveu, tornando-se uma comunidade solidária e organizada.
Fonte: http://www.riachofundoii.df.gov.br/

São Sebastião

História

Com o início das obras da construção de Brasília, a partir de 1957, várias olarias ali se instalaram em terras posteriormente arrendadas através da Fundação Zoobotânica do DF, visando, à época, suprir parte da demanda da construção civil por materiais.

Com a expiração dos contratos, as olarias foram sendo desativadas e o núcleo urbano foi se estruturando aos poucos ao longo do córrego Mata Grande e Ribeirão Santo Antônio da Papuda, como resultado do parcelamento irregular das glebas antes arrendadas. O preço baixo da terra, a falta de regularidade do solo e a beleza do local contribuíram para o crescimento acelerado da cidade. Sua localização privilegiada, que inicialmente atraiu trabalhadores da construção civil e de serviços domésticos, hoje atrai uma população diferenciada.

Em 25 de junho de 1993 a então Agrovila São Sebastião passa a ser a Região Administrativa n° XIV – Cidade São Sebastião (Lei 167/93). Esta passa a ser, então, a data comemorativa do aniversário da cidade.

O nome São Sebastião é uma homenagem a um dos primeiros comerciantes a chegar na cidade, “Seu Sebastião”. Ele se instalou nas terras desapropriadas da Fazenda Taboquinha e retirava areia ao longo do Rio São Bartolomeu. O material era vendido para as construtoras da Companhia Urbanizadora de Brasília (Novacap). Por causa desta atividade o pioneiro ficou conhecido como” Tião Areia”.

Fonte: http://www.saosebastiao.df.gov.br/

Samambaia

História

Samambaia nasceu com a intenção de abrigar o alto número de pessoas que migravam de outras partes do país para o Distrito Federal entre os anos 1989 e 1994. Para criar uma estrutura urbana para esses moradores, no dia 25 de outubro de 1989, a cidade foi oficialmente criada através da lei 49 e decreto 11.291 tornando a 12ª Região Administrativa do Distrito Federal – RA XII.

O projeto urbanístico da área, no entanto, nasceu 11 anos antes. O Plano Estrutural de Organização Territorial (Peot), elaborado em 1978, já trazia o projeto “Samambaia –estudo preliminar”, que foi implementado oficialmente em 1982. Os primeiros lotes na cidade foram vendidos na quadra 406 e no Setor de Mansões Leste (hoje Taguatinga).

Já em 1985, os primeiros moradores começaram a viver na cidade. Três anos após as primeiras ocupações, foram construídas 3.381 casas destinadas a famílias de baixa renda, principalmente de funcionários públicos. A casa própria foi adquirida com o apoio do Sistema Habitacional de Interesse Social (SHIS) mediante financiamento do Banco Nacional.
Entre 1989 e 1992 a cidade passou por um inchaço populacional com a chegada de uma grande massa de moradores, em geral famílias carentes, que receberam sob o “sistema de concessão de uso”, lotes em áreas semi-urbanizadas.

Fonte: http://www.samambaia.df.gov.br/

Santa Maria

História

É uma região administrativa do Distrito Federal que compreende as áreas da Marinha, Saia Velha e o Pólo JK e se localiza a 26 km de Brasília. No Distrito Federal, algumas regiões administrativas, como Santa Maria, são também conhecidas como cidades-satélites.

A cidade é rodeada por dois ribeirões, Alagado e Santa Maria, este originando o nome da cidade. As primeiras quadras foram ocupadas a partir de fevereiro de 1991.

Ocupando uma área de 211 km², possui uma população de quase 120 mil habitantes, conforme censo realizado pelo IBGE em 2005. O aniversário da cidade é comemorado em 10 de fevereiro.

Surgiu oficialmente no mapa do Distrito Federal no dia 10 de fevereiro de 1993, com a publicação do decreto de nº 14.604.

A cidade é fruto de um grande programa de distribuição de lotes realizado pelo governo do Distrito Federal. Assim como outras demais regiões administrativas do DF, Santa Maria nos primeiros anos, era dotada de pouca infra estrutura urbana, que aos poucos foi sendo consolidada. Hoje, a cidade tem quase 100% de asfalto.

Recentemente a cidade teve inaugurado seu primeiro hospital público, o Hospital Regional de Santa Maria.

Fonte: http://www.santamaria.df.gov.br/

SIA

História

Antigamente, não existiam dados concretos sobre o Setor de Indústria e Abastecimento, o SIA. O que se sabia, apenas, eram informações de boca a boca, conforme texto abaixo.

” O Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) é responsável por 56% da arrecadação de ICMS do DF. São mais de 80 mil trabalhadores, 5 mil indústrias e cerca de 300 mil pessoas circulam pelo local diariamente.”

Hoje, após a divulgação do Censo de Desenvolvimento Econômico realizado no SIA, em dezembro, conhecemos os reais números tanto para quantidade de empresas e número de trabalhadores como também o meio de transporte utilizado para ir ao trabalho.

Abaixo, alguns dados do Censo:

>> Total de empresas: 2586

>> Total de Indústrias: 133

O SIA nasceu antes mesmo da capital ser inaugurada. Era nessa região que os construtores da cidade armazenavam material para as obras. Em seguida, as empresas foram se instalando no SIA.

Em 1967, foi cedida uma parte do SIA para a construção do Guará, que hoje é uma importante Região Administrativa do DF. O governo resolveu construir a área habitacional para abrigar justamente os trabalhadores da região, além de funcionários públicos e moradores de invasões e núcleos provisórios. Foi assim que, no dia 21 de abril de 1969, foi inaugurada a cidade.

No dia 31 de agosto de 1973, o decreto n.º 2.356 criou a Administração Regional do Setor Residencial Indústria e Abastecimento (SRIA), composto pelo Guará I e II. Somente em 25 de outubro de 1989, a partir do decreto n.º 11.921, a cidade perdeu a denominação SRIA para tornar-se oficialmente a cidade satélite do Guará.

A partir de então, a cidade ampliou sua área de 8,6 mil Km² para 45.460 Km² e passou a compreender os setores de Indústria e Abastecimento (SIA), de Transporte Rodoviário e Cargas (STRC), de Oficinas Sul (SOF Sul), de Clubes, Estádios e Esportivo Sul (SCEES) e de Áreas isoladas Sudoeste (SAI-SO) – setor em que se encontram o Carrefour e o Park Shopping.

Em 14 de julho de 2005, a partir do decreto nº 3618, o Setor de Indústria e Abastecimento ganhou sua primeira administração, sob o comando de Marcelo Amaral. Atualemnte, a administração regional é responsável pelos trechos de 1 a 17, o Setor de Inflamáveis (SIN) e o Setor de Transporte Rodoviário de Cargas (STRC).

Fonte: http://www.sia.df.gov.br/

Sobradinho

História

Localizada a 22km do Plano Piloto, ao norte do Distrito Federal, Sobradinho é a única cidade da região localizada numa serra. Só isto já lhe confere um ar diferente das demais. A zona rural rica em agroindústrias e belezas naturais facilitou a instalação de fazendas, chácaras, hotéis-fazendas e restaurantes rurais que surgiram em meio ao cerrado, com suas cachoeiras, morros e árvores torcidas. Assim como Brasília, Sobradinho também é uma cidade planejada.

O plano da cidade foi elaborado entre 1958 e 1959 pelo engenheiro Inácio de Lima Ferreira. A quinta Região Administrativa foi fundada em 13 de maio de 1960. Em 2011, a população estimada da cidade pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) é de 85 mil habitantes.

Fonte: http://www.sobradinho.df.gov.br/

Sobradinho II

História 

Sobradinho II, nome que surgiu devido sua proximidade com a cidade de Sobradinho, de onde a maioria dos moradores migrou, devido a uma situação crítica com relação ao crescimento populacional, pois diversos lotes residenciais abrigavam diversas famílias. Com o passar dos anos houve o inchaço populacional, dentro de uma área que não possuía ainda projeto de expansão territorial.

Em 1990, o Governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, sensibilizado com os problemas de moradia da população instituiu um programa habitacional para a população de baixa renda, sendo implantados assentamentos em diversas cidades do Distrito Federal.

A área para implantação de Sobradinho II foi objeto de um projeto especial de urbanismo elaborado pelo extinto Instituto de Planejamento Urbano do Distrito Federal – IPDF, onde foram destinadas áreas para lotes de uso misto-comercial/residencial, residencial unifamiliar e comercial, serviços e institucional.

À distância de Sobradinho II para o Plano Piloto de Brasília é de aproximadamente 26 km, a partir dos acessos pela DF 420, DF 150 e BR 020. Limita-se ao Norte com o Cemitério da cidade e Condomínio Setor de Mansões, ao Leste com o Ribeirão e Sobradinho, a Oeste e Noroeste com diversos condomínios surgidos na região e ao Sul com o córrego Braço do Paranoazinho e Chácaras da região.

Fonte: http://www.sobradinhoii.df.gov.br

Sudoeste-Octogonal

História 

Em 06 de maio de 2003 pela Lei no 3.153 foi criada a Região Administrativa XXII – Sudoeste/Octogonal, por desmembramento da área da RA XI Cruzeiro. De formação essencialmente urbana, a RA contém além das áreas residenciais e setores comerciais, as quadras mistas, o Hospital das Forças Armadas e o Instituto Nacional de Meteorologia – INEMET.

As Áreas Octogonais foram criadas pelo Decreto nº 2.705 de 12 de setembro de 1974. Em 19 de dezembro de 1988, o Conselho de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente – CAUMA, na 210ª Reunião Ordinária, aprovou o Projeto de Urbanismo – URB 147/88 com a denominação do Setor de Habitações Coletivas Sudoeste, homologado pelo Decreto 11.433 de 30 de janeiro de 1989, na 211ª Reunião Ordinária aprovou os parâmetros de referência, para as Superquadras do Setor de Habitações Coletivas Sudoeste, constantes do memorial descritivo – MDE 01/89, homologado pelo Dec. 11.442 de 03 de fevereiro de 1989.

A RA XXII está inserida na área tombada pelo Patrimônio Histórico da Humanidade

Fonte: http://www.sudoeste.df.gov.br

Taguatinga

História

A cidade foi fundada em 5 de junho de 1958 em terras do município de Luziânia – Goiás, na Fazenda Taguatinga, a oeste de Brasília. Seis meses após a instalação dos primeiros habitantes, Taguatinga já era uma realidade, já funcionavam no local escolas, hospitais, casa para professoras e estabelecimentos comerciais. Era o princípio do povoamento da primeira cidade-satélite de Brasília.

Em 1970, o governador Hélio Prates da Silveira, por meio do Decreto 571/70, reconhece oficialmente Taguatinga como cidade.

A denominação Taguatinga adveio de uma fazenda de mesmo nome, localizada na região hoje ocupada pela cidade de Taguatinga. Em um primeiro momento, o termo “Tauá + Tinga”, do tupi-guarani, foi traduzido equivocadamente para Ave Branca, o que justifica o fato de nomes de instituições e empresas referência à “Ave Branca”. Posteriormente, tese lingüística do poeta Antônio Garcia Muralha revelou que Taguatinga de “Ta’Wa’Tiga”, significa “barro branco”, ocorrência geológica que se verifica na região, e que “Ave Branca” vem de “Uirá-Tiga”.

Taguatinga fica localizada a cerca de 19 quilômetros de Brasília, no Distrito Federal.

Fonte: http://www.taguatinga.df.gov.br

Varjão

História

O inicio do povoamento da Vila Varjão surgiu na década de 1960, com a chegada das primeiras famílias que vieram desenvolver atividades agrícolas. No começo do ano de 1970, segundo informações de antigos moradores, as pessoas que tinham a posse da área dividiram os lotes entre os empregados, embora a terra fosse de propriedade do GDF e administrada pela Companhia Imobiliária de Brasília – TERRACAP.

A partir de então, novas divisões foram feitas e os lotes redistribuídos entre parentes próximos e amigos de forma irregular e desordenada, principalmente entre 1977 e 1982. Em 1991 o GDF assinou o Decreto nº 13.132, de 19.01.91 estabelecendo a fixação da população no local e determinava a elaboração de um projeto urbanístico para sua implantação definitiva.

Em 1997, com o objetivo de regularizar a situação fundiária de toda a área da Vila Varjão e, em atendimento às exigências ambientais, o GDF encomendou um novo projeto urbanístico e um Relatório de Impacto de Vizinhança – RIVI, que ressaltava a necessidade de adensamento da Vila, com propostas de implantação de novas quadras e incorporação de mais glebas a serem parceladas.

Inserida até então no espaço geográfico da Região Administrativa do Lago Norte, por meio da Lei nº 3.153/2003, a Vila Varjão tornou-se a RA XXIII Região Administrativa do Distrito Federal. O varjão localiza-se no extremo sudoeste do Setor Habitacional Taquari – SHTQ, próximo ao Setor de Mansões do Lago Norte.

Sua população urbana foi estimada em 2011 em 5.371 habitantes.

Fonte: http://www.varjao.df.gov.br

Vicente Pires

História

Vicente Pires nos anos 60 foi habitada por índios, e nos anos 70 por fazendeiros tem uma história brilhante. Uma história que ganhou nova densidade a partir de 1989, quando o então Governador José Aparecido, resolveu centralizar para as Colônias Agrícolas Vicente Pires, Samambaia e São José, o processo de expansão da área de produção rural da Colônia Agrícola de Águas Claras. A partir de convênio intermediado pelo GDF e realizado por meio da Fundação Zoobotânica, foi feito um contrato de uso do solo para produção agrícola com cerca de 360 chacareiros, cujo prazo tinha um tempo de uso estipulado em 30 anos.

Essas famílias transferiram-se para essa região, trazendo consigo o sonho da esperança por novos dias, onde os valores se extraiam da certeza da boa convivência com a natureza que seria determinante para o desenvolvimento e crescimento das novas áreas criadas. Aqui se produzia de tudo: hortifrutigranjeiro, hortaliças, leite de cabra e bovino, flores, e vários de tipos de fruta, como a manga, banana, laranja, mexerica, limão e uva, além de milho e feijão. Mas não é só isso, a região também se destacou pela grande produção de vinho e criação de pombos-correio que, aliás, são conhecidos em vários países da Europa, África e América do Sul. A riqueza dessa região se dava não só pela fertilidade do solo, mas, também pela abundância de água, escorridas pelos córregos Vicente Pires e Samambaia e se tivéssemos que ser representados por um pássaro, o tucano seria esse representante, pois é um dos maiores habitantes de nossa fauna e flora.

A primeira Instituição representativa da cidade foi a APROAC- Associação dos Produtores do Projeto Rural de Águas Clara, cujo Presidente era o Senhor Gentil Rodrigues Farias. Em 1994, essa instituição transformou-se em ARVIPS – Associação dos Produtores Rurais de Vicente Pires, cuja denominação atual é Associação Comunitária de Vicente Pires.

A história dos últimos vinte anos da cidade é conhecida por grande parte da população, pois assim como ocorreu na maioria das regiões Administrativas de Brasília, Vicente Pires passou a fazer parte do sonho de moradia de muitos Brasileiros que buscavam nesse cantinho do Distrito Federal uma nova oportunidade de vida e desenvolvimento para seus filhos. Foi assim que devagarzinho a cidade ganhou forma e se transformou numa das mais promissoras Regiões Administrativas do DF, com cerca de 20 mil famílias e 70 mil habitantes.

Fonte: http://www.vicentepires.df.gov.br

Vila Planalto

História

Berço da ocupação da capital federal, a atual vila é formada por partes de sete acampamentos: Rabelo, Pacheco Fernandes, FL, Tamboril, Emulpress, EBE e Acampamento da Nacional.

Hoje, o vilarejo é considerado um símbolo da resistência dos trabalhadores da construção de Brasília. Após a conclusão da cidade, os acampamentos seriam removidos e as famílias pioneiras, transferidas para locais mais afastados, como Samambaia, que foi criada com esse intuito.

Em 1986, um grupo de mulheres lutou para permanecer na região. A filha de uma dessas donas de casa, na época com 10 anos de idade, Leiliane Cristina Lopes Rebouças, escreveu uma carta ao Presidente da República José Sarney, narrando a situação em que viviam os pioneiros da Vila Planalto e conseguiu entregar ao chefe de Estado, quando ele descia a rampa do Palácio do Planalto. Por isso, em 21 de Abril de 1988, a Vila Planalto foi fixada e tombada Patrimônio Histórico do Distrito Federal.

Fonte: http://www.candango.com.br